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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Erotização infantil - Qual a sua opinião sobre isso?

Post da blogueira  do "Ah! Essas Criança"... super interessante!
 


"Fui, recentemente, a um salão de festas, num evento particular voltado ao público infantil e vi uma menina que me chamou a atenção: ela deveria ter a idade de meu Pedro e estava mais maquiada do que eu! Batom vermelho, blush... fiquei perturbada com a imagem mas deixei pra lá; afinal, tenho 02 meninos e não menina." disse Marisa.



Isso é nada perto de cada coisa que vemos na TV, nos filmes, revistas, gibis etc. Crianças falando em sexo, tesão, beijo na boca...com menos de 06 anos de idade! Outdoors com meninas vestidas de 'pijaminhas' curtinhos...

Tanta exposição a sexualidade! 
Tanto apelo! 
Tanto material para os pedófilos!

 

Qual o limite da vaidade? 

Será que essa erotização e adultização precoce não podem ser prejudiciais? 
Penso em meus filhos, inocentes ainda, não sabem o que é namoro, sexo, brincam com brinquedos apropriados à idade deles, assistem programas condizentes com a idade...e colaboramos também: não assistimos novelas, programas 'de domingo', filmes inapropriados, não ouvimos rádio FM, não vemos telejornais etc.; qualquer informação nossa vem pela internet enquanto as crianças estão na escola. Para quê colocar dentro da minha casa informações desnecessárias, que nada acrescentam à nossa vida?
Se a educação começa em casa...

Ouvi uma mãe falar de uma reunião de escola, onde outra mãe disse que a filha, de menos de 02 anos de idade, dançava como 'as bailarinas do Faustão', gabando-se disso! Que a menina adora novelas e canta músicas 'atuais'. Atuais e imorais! 
Sei que não há como criar os filhos numa redoma de vidro e nem quero isso! 

Sou a favor da criança viver como criança: sem pular etapas e curtir a infância a cada momento de sua vida. Brincar, fantasiar, se sujar, correr, pular, ralar o joelho...tudo isso faz parte da infância, algo que nossas crianças estão perdendo por serem precoces demais!

Pais, fiquem atentos: deixem seus filhos serem crianças! 
Não antecipem o amadurecimento deles! 
Tudo tem seu tempo. 
O mundo adulto vai chegar até elas... 


Quem concorda?
Comente, compartilhe, juntas vamos tentar mudar essa história!

Bebê e chupeta: uma relação de acalanto ou uma espécie de dependência?

Até hoje especialistas discutem os prós e contras do uso da chupeta. Apesar de ser hábito aculturado na sociedade, a boa e velha chupeta ainda gera dúvidas.
O que dizem os pediatras
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria - SBP, é importante os pais verificarem com atenção os benefícios e os prejuízos que o uso da chupeta pode acarretar. "Nunca existiu um consenso entre os pediatras com relação a esse tema. Por isso, é importante avaliar cada caso individualmente", comenta a pediatra Fernanda Freire. "Na minha opinião, proibir totalmente o uso é muito radical", acrescenta.
O poder calmante
Fernanda Freire explica a razão científica do poder calmante da chupeta: "A sucção permite a liberação da endorfina, hormônio capaz de produzir um efeito que modula sensações, como as de dor, ansiedade, humor etc. E isso causa uma sensação prazerosa, promovendo o bem-estar do bebê". Mas a pediatra também alerta que é preciso observar algumas recomendações, para evitar ou limitar malefícios.
Chupeta x amamentação?
Afinal, a chupeta atrapalha ou não o processo de aleitamento? Embora alguns especialistas inocentem o objeto quanto a isso, a pediatra Fernanda Freire sugere: "É aconselhável que o uso da chupeta seja adiado até que a amamentação esteja bem estabelecida, ou seja, por volta da terceira ou quarta semana. Se introduzida antes, pode dificultar a adesão ao aleitamento materno. E é este que supre todas as necessidades da fase oral. Portanto, a mamãe só deve introduzir o uso da chupeta se realmente for preciso".
A palavra dos dentistas
A odontopediatra Rosana Dutra esclarece que a odontopediatria atual preconiza o não-uso da chupeta, mas que isso também depende da escolha da família.
Rosana informa que uma utilização inadequada pode ocasionar alterações na arcada dentária, como a chamada "mordida aberta", na arcada superior. Ela esclarece ainda que, do mesmo modo, o uso prolongado poderá provocar uma projeção da língua.
Outros problemas
Alguns especialistas também destacam outros possíveis problemas decorrentes: dificuldades na mastigação, prejuízos respiratórios e consequências emocionais. Além de maior chance de desenvolvimento de cáries e de otites de repetição, por exemplo. Porém, somente o pediatra e/ou odontopediatra de seu filho poderão avaliar os resultados do uso da chupeta.
Chupeta x sucção digital
Com a remoção da chupeta, pode surgir a indesejável mania infantil de "chupar o dedinho". Sobre isso, Rosana Dutra relatou: "A sucção digital projeta os dentes para vestibular (para fora), provocando um palato ('céu da boca') profundo, o que deforma toda a arcada superior, bem como a inferior". Contudo, a odontopediatra esclarece que quando há o acompanhamento constante da família, junto ao consultório do dentista e do pediatra, são raros os casos de substituição da chupeta pelo dedo.
O momento certo para a chupeta sair de cena
Para a interrupção do hábito, a pediatra Fernanda Freire aconselha: "Deixe de utilizá-la até os 18 meses, a fim de evitar maiores problemas". Segundo ela, após essa idade fica cada vez mais difícil (para a mamãe) se livrar do objeto, pois as crianças já estão acostumadas ao "mimo" e têm suas artimanhas para conseguirem o que desejam.
Leia agora o depoimento de três mamães a respeito do método que adotaram em casa:
Jackeline Cardoso é mãe da pequena Isadora, de 2 anos e 8 meses. Ela conta a tática que usou para eliminar o "mimo" da rotina da filha: "Eu tirei a chupeta da Isa quando ela tinha 1 ano e 10 meses. Sempre soube que não é muito saudável o uso. Então, comecei a esconder todas as chupetinhas dela. Assim, ela foi se esquecendo aos poucos, pois não via mais as chupetas espalhadas pela casa".
Já a gaúcha Natália Grazziotin - mãe de Gabriel, 11, e Valentina, 1 ano e 7 meses - apostou por mais tempo no objeto mirim: "Manter a chupeta é algo delicado. O Gabriel usou até os quatro anos! Chega um momento em que não é fácil tirar". Natália contou que ela e o marido tiveram que fazer muitas "negociações" com o menino. Mas a mamãe porto-alegrense não deixa de ressaltar a vantagem que vê no uso: "Com tudo isso, agora com a Valentina - quase 10 anos depois -, continuo achando que a chupeta conforta muito o bebê".
Layla Brizola é uma mamãe-entrevistada de ampla experiência. Com quatro filhos - Túlio, Breno, Marina e Miguel -, não lhe faltam boas histórias para contar. Ela diz: "Não existe uma fórmula mágica para se tirar a chupeta. Aqui em casa, foi a Marina (hoje com 11) quem usou por mais tempo: até os 5 anos! Perdi a conta de quantas vezes ofertamos 'o presente' para o Papai Noel ou o Coelhinho da Páscoa. Até que um dia ela simplesmente concluiu que 'já era grande' e largou".
Hoje, Layla deixa que as coisas se resolvam por si só: "Com o meu caçula, que fará 4 anos em agosto, já não tenho estresse; ele ama a 'pepetinha', e eu o deixo usar o quanto queira. Existem algumas regras, como a de não poder levar para a escola, e ele respeita numa boa. Sei que ele não estará usando chupeta na faculdade (risos)".
Cuidados recomendados pelos especialistas
- Evite o uso da chupeta na rotina;
- Não utilize fitas nem outras coisas para prendê-la à roupa da criança. Além de aumentar o número de vezes do uso, isso representa um risco de acidentes graves, como asfixia;
- Uma vez que o bebê cair no sono e largar a chupeta, não volte a colocá-la;
- Não esqueça a higienização da chupeta e a sua frequente substituição;
- Dê preferência às chupetas ortodônticas.
Dicas para a criança "abandonar" a chupeta
Veja as recomendações da odontopediatra Rosana Dutra:
- Ofereça a chupeta à criança cada vez menos durante o dia;
- Não deixe (sempre) a chupeta ao alcance dos pequenos;
- Distraia as crianças durante o dia com brincadeiras, filmes, passeios etc;
- Faça a tal permuta de presentinhos: na "festinha da troca da chupeta", geralmente muito eficaz em datas comemorativas (Natal, aniversário etc.), ou em encontros lúdicos com "ícones infantis" (personificados) prediletos da criança.
No fim das contas, a regra de ouro é uma só: use amor com a sua criança que tudo dará certo!

Por Sayonara Salvioli

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dicas para tirar manchas das roupas das crianças



Graxa, chiclete ou tinta de caneta. Essas manchas pareciam impossíveis de sair? Confira as dicas para deixar as roupas das crianças bem limpas



Algumas manchas parecem impossíveis de serem removidas? Nessas horas, truques caseiros podem salvar aquela camiseta novinha que seu filho ganhou e sujou com graxa. Confira essas dicas:

Chiclete 
Envolva uma pedra de gelo em um plástico e passe no local onde a goma grudou. Outra dica é colocar a roupa em um saco plástico e deixá-la no congelador por três horas. O chiclete vai ficar duro; aí, é só raspar o tecido para retirá-lo.
Graxa 
Molhe o tecido com água e passe um solvente, como acetona. Deixe-o agir sobre a mancha e depois lave com sabonete branco e bastante água.
Gordura 
Se a mancha ainda estiver fresca, passe sabonete branco sobre ela e retire com água fria. Detergente incolor também pode resolver. Basta aplicá-lo e esfregar o tecido.

Tinta de caneta 
Não tem jeito mesmo. O máximo que você pode conseguir é clarear a mancha em peças brancas. Passe álcool e sabão em pó e esfregue bem. No couro, no jeans ou em roupas coloridas, a mancha não sai. Passar álcool fará o tecido desbotar.

Suor 
Lave o tecido só com água e depois passe sabão em pedra na mancha amarelada. Deixe-o ao sol por algumas horas e enxágue.

Conheça os principais tipos e saiba como agir em cada caso.


Tosse purulenta: além do nariz obstruído, a criança tem muito catarro e pode apresentar febre. Esses sintomas podem indicar sinusite. Se confirmada, é preciso tratar com antibiótico e fazer lavagens com soro. 


Tosse de cachorro: é a mais estridente. São dois tipos. A primeira é aquela que a criança fica rouca e acorda de madrugada com falta de ar. Se isso acontecer, abra a janela do quarto e deixe-a respirar o ar frio, que ajuda a descongestionar. Se o sintoma não aparecer, leve-a ao pronto-socorro. Outra possibilidade é ela acordar com tosse apenas. Inalação costuma funcionar neste caso. 


Seca: não há catarro, mas o nariz não para de escorrer. Pode ter sido causada por resfriado e incomoda mais à noite. Lave as narinas com soro e, se persistir, o médico pode indicar um inibidor. 


Importante: se a febre persistir por 48h ou a falta de ar não passar logo, ligue para o pediatra.

Fonte: Revista Crescer

terça-feira, 26 de junho de 2012

Fezes do Bebê


Eu sempre fico atenta e acho muito importante todo o cuidado com o bebê.
As cores (não são as exatas, mas muito parecidas), foram tiradas de uma caderneta de criança.
Para ficar mais fácil e não precisar olhar sempre na tabela de cores, é só lembrar que SUSPEITAS: SÃO AS CORES MUITO CLARAS!!
Se o seu bebê está fazendo aquele verde escuro, ou tons escuro da cor mostarda, está nas cores normais!

Fonte: Doula Nádia

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Bronquiolite


O QUE É A BRONQUIOLITE?

A bronquiolite é uma inflamação dos bronquíolos que acomete crianças menores de 2 anos, ocorrendo principalmente dos 4 aos 6 meses de vida.
A doença apresenta inicialmente sintomas como coriza e obstrução nasal, progredindo posteriormente para tosse, dificuldade respiratória e chieira.
É muito comum que ocorra confusão e uma certa dificuldade na diferenciação da bronquiolite com o primeiro ataque de asma apresentado pela criança.

O QUE CAUSA?

A principal causa da bronquiolite é a infecção por um vírus, denominado vírus sincicial respiratório. Existem tipos diferentes desse vírus, mas todos estão muito relacionados entre si e se comportam da mesma maneira quando causam a doença.
O vírus sincicial respiratório pode causar infecção em qualquer idade, mas o seu maior impacto ocorre em crianças menores de um ano, podendo causar bronquiolite e também pneumonia.
A bronquiolite pode ser causada por outros vírus e algumas bactérias, mas isso ocorre com uma freqüência relativamente baixa.
As infecções causadas pelos vírus no trato respiratório deprimem os fatores de defesa da criança, podendo abrir caminho para uma posterior infecção causada por bactérias, como uma pneumonia, sendo essas mais graves.

QUANDO E EM QUEM OCORRE A BRONQUIOLITE?

O vírus sincicial respiratório possui o pico de incidência nos períodos de temperaturas baixas.
A bronquiolite parece ser mais comum e também mais grave nas crianças do sexo masculino.
Crianças que freqüentam creches podem contrair o vírus mais facilmente, pois estão em contato próximo em um ambiente fechado, com outras crianças que podem estar contaminadas.

COMO OCORRE A BRONQUIOLITE?

O vírus sincicial respiratório possui uma grande afinidade pela parede que reveste internamente os bronquíolos, podendo assim, causar um distúrbio respiratório importante.
O vírus penetra no organismo através da mucosa nasal, camada que reveste o nariz internamente, e após um período de cerca de 4 a 5 dias a criança começa a apresentar sintomas como secreção e congestão nasal. Geralmente a infecção se resolve espontaneamente a partir desse ponto.
As células epiteliais lesadas dos bronquíolos estimulam a migração de células de defesa, como leucócitos e macrófagos para o local, favorecendo uma resposta inflamatória. O interior dos bronquíolos contém secreções que são em parte responsáveis pela obstrução das vias respiratórias, consistindo em obstáculo ao fluxo de ar.

COMO É O QUADRO CLÍNICO?

A doença em lactentes menores de quatro meses pode se apresentar com sintomas inespecíficos ou mesmo a parada da respiração, que pode ser causa de morte súbita. Apenas lactentes maiores de quatro meses apresentam as manifestações clinicas típicas da doença.
A maioria dos pacientes apresenta sintomas leves. A presença de cianose, que ocorre quando as extremidades dos dedos e os lábios ficam arroxeados, indica falta de oxigênio grave.
À ausculta dos pulmões pelo médico é percebido ruídos generalizados acompanhados de chieira.

QUAIS SÃO AS ALTERAÇÕES AO RX?

As alterações são inespecíficas e incluem excesso de ar nos pulmões que se tornam aumentados de volume com alargamento dos espaços intercostais. O músculo diafragma se apresenta rebaixado e retificado.
Freqüentemente é difícil diferenciar pelo raio-x de tórax uma bronquiolite e uma pneumonia viral.
O raio-x de tórax pode ser de grande valor em pacientes hospitalizados, podendo mostrar a presença de algumas complicações como uma infecção bacteriana.
Sugere-se o uso do raio-x quando é necessário um tratamento médico intensivo, quando ocorre piora súbita da condição respiratória ou quando existem doenças pulmonares ou cardíacas previas.

DE QUAIS DOENÇAS A BRONQUIOLITE DEVE SER DIFERENCIADA?

A principal diferenciação que devemos fazer da bronquiolite é a asma, que em crianças pequenas pode ser confundida com bronquiolite, considerando que os vírus são os maiores precipitantes de ataques de asma nessa idade. Deve-se lembrar que a asma é, caracteristicamente, recorrente, e responde freqüentemente aos broncodilatadores (medicamentos utilizados na crise asmática), mas o mesmo não ocorre com a bronquiolite.

COMO É O TRATAMENTO?

Não existe tratamento específico para a bronquiolite. Para pacientes que não apresentam fatores de risco, ela é auto-limitada, ou seja, melhora espontaneamente.
A maioria dos pacientes é tratada sem internação, com a utilização somente de medidas de sustentação. São elas: repouso, hidratação oral, aleitamento materno, banhos mornos e antitérmicos em caso de febre.
A internação está indicada quando há esforço respiratório intenso (dificuldade em respirar), alteração de consciência, cianose (extremidades arroxeadas), baixa-idade (1-4 meses) ou alguma doença grave associada.
Fonte: www.medicina.ufmg.br
Bronquiolite
bronquiolite é uma infecção viral contagiosa das vias respiratórias que afecta os bebés e as crianças pequenas e provoca dificuldade ao respirar, sobretudo ao expirar.
Vários vírus podem provocar bronquiolite, inclusivamente o vírus sincicial (Ver secção 23, capítulo 260) respiratório e os vírus parainfluenza. A bronquiolite costuma manifestar-se em epidemias, sobretudo em crianças com menos de 18 meses de idade e, com maior frequência, nos bebés com menos de 6 meses. Durante o primeiro ano de vida, a bronquiolite afecta aproximadamente 11 em cada 100 crianças.

SINTOMAS E DIAGNÓSTICO

A bronquiolite costuma aparecer depois de uma constipação, que é uma infecção das vias respiratórias altas. Começa com uma repentina dificuldade respiratória, sobretudo ao expirar, seguida de uma respiração rápida, uma frequência cardíaca acelerada e tosse seca. A criança costuma ter muito sono e também febre, cansa-se e começa a respirar de forma pouco profunda e ineficaz. Os vómitos ou uma menor ingestão de líquidos podem conduzir à desidratação. O diagnóstico baseia-se nos sintomas.

PROGNÓSTICO E TRATAMENTO

A maioria das crianças recupera em casa, num período de 3 a 5 dias. Durante o processo podem-se dar líquidos com frequência. A crescente dificuldade em respirar, a coloração azulada da pele, a fadiga e a desidratação indicam que a criança deve ser hospitalizada. As crianças que sofrem de qualquer doença cardíaca ou cuja imunidade seja deficiente podem ser hospitalizadas até antes. Com um cuidado apropriado, a probabilidade de morrer de bronquiolite grave é inferior a 1 %.
Já no hospital, são controlados os valores de oxigénio e de anidrido carbónico no sangue. O oxigénio é normalmente administrado numa câmara de oxigénio ou com uma máscara. Pode ser necessário recorrer a um respirador artificial para ajudar a respiração. É possível utilizar um nebulizador de ultra-sons para dilatar as vias respiratórias e fluidificar as secreções e podem ser administrados líquidos intravenosos. Aos bebés prematuros ou afectados por outras doenças que os expõem a um alto risco é administrado o fármaco antiviral ribavirina.
Fonte: www.manualmerck.net

sexta-feira, 2 de março de 2012

Dica - Aromatizador Natural


Bom dia queridas (os) seguidores, aqui vai uma SUPER dica que eu achei.
"É só pegar um aparelho elétrico, usar seu refil velho como molde e fazer um novo usando uma casca de laranja. É, uma casca de laranja comum que contém vários elementos como o ácido cítrico que é usado na conservação de alimentos e também para afastar mosquitos. Além de afastar mesmo a maioria dos mosquitos e pernilongos, é um suave aroma de laranja no ambiente e a certeza de que você não está colocando nenhum componente químico artificial no ar de sua casa."
Testado e Aprovado...

Beijos 



domingo, 16 de outubro de 2011

Você confia nos industrializados?

Por PAT FELDMAN
Crianças na Cozinha



Eu não confio nem um pouco em produtos alimentícios industrializados, e quem acompanha o site Crianças na Cozinha há tempos, já sabe de inúmeros motivos para toda essa desconfiança.
Essa semana, mais uma notícia desagradável sobre os industrializados, e dessa vez envolvendo crianças, veio à tona! O Toddynho, aquela caixinha pequena e engraçadinha que muitas mães mandam na lancheira dos filhos achando que é saudável (mas não é, podem acreditar), causou queimaduras na boca de diversas crianças.
O motivo dessas queimaduras?
Um pH (índice que determina acidez ou alcalinidade) completamente alterado foi detectado em diversas amostras dos produtos. O pH normal do leite fresco, segundo pesquisei, fica entre 6,5 e 6,7 (neutro com tendência levemente ácida), e nas tais análises do Toddynho o pH ficou em 13,3 (extremamente alcalino). Eu não sei o quanto a pasteurização, a adição de cacau, açúcar e alguns conservantes, aromatizantes, flavorizantes e corantes pode alterar o pH do leite fresco, mas por mais que se altere, duvido que 13,3 seja um pH normal para a tal bebida pronta!
A pergunta que não quer calar é: O QUE CAUSOU ESSA ALCALINIZAÇÃO EXCESSIVA NO TODDYNHO?
Adição de soda cáustica?
Estou aqui tentando pensar em opções…
Desregulagem em equipamentos que adicionam ingredientes?
Será que um dia saberemos a verdade?
Esse caso foi noticiado, divulgado e discutido, mas fico imaginando quantos casos de contaminações em produtos alimentícios industrializados que nem foram descobertos e/ou noticiados. Casos de contaminações que podem ter sido confundidos com uma dor de barriga “normal”, com virose ou qualquer outro incômodo, onde não se pensou em associar o mal com algum produto alimentício consumido.
Eu acho SIM que a solução é evitar os industrialziados, e eu tenho certeza de que isso é perfeitamente possível. 
Na matéria sobre leite já publicada AQUI você pode ler sobre os inúmeros malefícios do leite altamente processado, mas eu arrisco dizer que se você preparar um achocolatado em casa para o seu filho, mesmo usando o tal leite super processado, estará oferecendo coisa muito melhor do que o tal Toddynho que queima a boca (pra não falar dos demais malefícios, mesmo nos Toddynhos “normais”, sem alterações de pH).
Se fosse pra fazer um achocolatado em casa, eu faria da seguinte forma:
RECEITA DE TODDYNHO CASEIRO
Para cada copo de leite (cerca de 200mL), acrescentaria:
- uma colher de chá de cacau em pó,
- uma colher de sopa de mel ou rapadura ralada (acho que a rapadura ralada aqui fica mais gostoso) – e a quantidade pode variar para mais ou para menos, dependendo do paladar do seu filho,
- gotas de extrato natural de baunilha (opcional)
Se a graça do Toddynho para o seu filho está na caixa ou no canudinho (o que eu mais gostava quando criança era furar a caixinha com a ponta do canudo), procure mostrar uma outra diversão e invista em popos coloridos e/ou com formatos diferentes, canudinhos com formatos e cores extravagantes. Hoje o mercado oferece opções incríveis!
Para a lancheira, uma boa garrafa térmica e muitas pedrinhas de gelo misturadas ao achocolatado caseiro, resolvem o problema (já testei com leite puro, que é o que meu filho gosta, e o leite não azeda, só fica um pouco mais ralo quando o gelo derrete)
A minha opção é pelo leite fresco de verdade, tirado da vaca direto para a minha geladeira, mas sei que isso é inviável para a maioria. Se fosse inevitável para mim, optaria pelo leite de saquinho, aquele que precisa de refrigeração e ainda se encontra em algumas padarias e mercados. Esse leite de saquinho é bastante processado sim, mas se você considerar que no preparo do achocolatado estará evitando tantas químicas de corantes, conservantes e outros “antes”, vai concluir que a opção é boa.
Na opção caseira você usa cacau ao invés de achocolatado em pó (já leram o rótulo de um achocolatado pra ver quanta porcaria tem?). Na opção caseira você adoça com mel ou rapadura ralada, que também é doce pra caramba, tanto quanto açúcar branco, mas que contém diversos nutrientes e não é só caloria vazia.
Que tal pensar no assunto e afastar de vez esse industrialziado da vida dos seus filhos?
Aqui em casa eu não tenho esse problema simplesmente porque nunca ofereci Toddynho ao meu filho mais velho (muito menos ao mais novo), e ninguém sente falta daquilo que não ocnhece. ele nos vê muito tomando leite fresco batido com cacau e canela, e mesmo por esse nunca se interessou. Prefere leite purinho e gelado.
Para quem não leu sobre essa notícia, alguns links que leitores do site Crianças na Cozinha me enviaram sobre o assunto. Queridas, obrigada pela colaboração!

Lavar as mãos protege contra doenças


Esse simples hábito evita inúmeras doenças infectocontagiosas
Ana Paula Pontes e Bruna Menegueço


Simples e eficaz. Lavar as mãos com água e sabão é uma das formas de evitar o contágio de doenças infectocontagiosas. Para alertar sobre a importância desse hábito, foi instituído, em 2008, o Dia Mundial de Lavar as Mãos, comemorado neste sábado (15). A data é uma iniciativa de vários órgãos do governo, instituições internacionais, ONGs e empresas privadas e pessoas espalhadas por todo o mundo. Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde criou um website para divulgar a campanha em escolas.
Segundo a Unicef, no Brasil, lavar as mãos, principalmente após usar o banheiro, antes de comer e depois de brincar ao ar livre, ajuda a reduzir em mais de 40% os casos de doenças diarreicas, e em quase 25% os casos de infecções respiratórias

Para deixar esse momento com as crianças diverto, a Organização Mundial de Saúde (OMS) dá uma dica. Seguindo as orientações abaixo, cante duas vezes a música “Parabéns a você” junto com o seu filho. Esse é o tempo que deve durar o passo a passo abaixo: 

1. Molhe as mãos com água. 
2. Aplique a quantidade suficiente de sabonete para ensaboar as mãos. 
3. Ensaboe as palmas das mãos esfregando-as entre si. 
4. Esfregue a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda, entrelaçando os dedos, e vice-versa 
5. Entrelace os dedos e esfregue os espaços entre eles. 
6. Encaixe as mãos em forma de meia concha e faça movimentos de vai e vem segurando os dedos. Troque a posição das mãos e faça o mesmo movimento. 
7. Esfregue o polegar esquerdo, com movimentos circulares, com o auxílio da palma da mão direita e vice-versa. 
8. Esfregue as pontas dos dedos e unhas contra a palma da mão fazendo movimentos circulares e depois faça o mesmo na outra mão. 
9. Enxágue bem as mãos com água. 
10. Segue as mãos com papel descartável. 
11. Utilize o papel para fechar a torneira e depois jogue no lixo.



A Lifebuoy está com um concurso super legal no Facebook, confira!


Fonte: Revista Crescer

segunda-feira, 7 de março de 2011

Andador: Pode ou não?

O acessório é usado há décadas. Mas, nos últimos anos, foi considerado um vilão sob a acusação de ser mais prejudicial do que saudável no desenvolvimento do andar. Hoje, existe uma nova versão do produto, mais lúdica e, segundo os fabricantes, mais segura para os pequenos. Afinal, os pais devem ou não confiar nos andadores? Saiba a opinião dos especialistas



1. Qual é a diferença entre o modelo novo e o antigo?

O antigo é uma espécie de mesinha com rodas, onde a criança fica apoiada, como se estivesse sentada, mas com os pés soltos e tocando levemente o chão. Esses andadores permitem que o bebê se locomova livremente.
O modelo novo é considerado um brinquedo, pois vem com uma porção de acessórios para a criança se entreter, como telefone e botões que emitem sons. Ele tem uma alça na parte de trás, própria para servir de apoio (como se fosse um carrinho de supermercado). Com isso, também oferece liberdade ao pequeno, que pode ir para um lado e para o outro sem a ajuda de um adulto.

2. O acessório é perigoso?

De acordo com a pediatra e neonatologista Carla Sampaio Garcia, de São Paulo, o andador – em especial o modelo antigo – pode aumentar o risco de traumas domésticos, como quedas, fraturas e até traumatismo craniano. Isso acontece porque geralmente ele é usado sem a supervisão de um adulto e por um longo período de tempo, dando muita liberdade ao bebê e aumentando assim as chances de um acidente.
“Ele atinge uma velocidade muito grande e perigosa”, acrescenta a pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, Renata Waksman, membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além disso, para Renata, no modelo mais antigo, o pé fica apoiado de maneira inadequada: seu dorso se dobra para trás, podendo provocar lesões nos dedos e no tornozelo.

3. É verdade que o andador prejudica o desenvolvimento da criança?
“O modelo mais tradicional faz com que a criança se locomova de forma errada, sem apoiar completamente os pés no chão e criando, assim, uma informação incorreta sobre o que é caminhar para o cérebro, que está em desenvolvimento”, explica a pediatra Carla Sampaio Garcia. Segundo ela, em vez de ajudar, o andador pode atrasar todo o processo de marcha. O aparelho ainda pode inibir o comportamento natural e curioso do bebê e prejudicar também seu desenvolvimento motor: “O bebê acaba ficando quieto, sozinho e sem ter sua mobilidade incentivada. Fica restrito dentro do equipamento”, conta a pediatra Renata Waksman.

4. Existem outros riscos, além de prejudicar o desenvolvimento do andar?

O problema maior é deixar a criança sem supervisão. O andador pode se tornar bem cômodo para os pais ou para os cuidadores, que veem no acessório a possibilidade de realizar outras atividades enquanto o bebê brinca e se locomove por ali. “Qualquer desnível no piso, por exemplo, pode causar um acidente grave. Se o equipamento virar, a criança cai logo de cabeça”, diz a pediatra Renata Waksman.
O mais comum, de acordo com a ortopedista infantil Laura Ferreira, de São Paulo, é ocorrerem uma lesão na cabeça e até cortes. No entanto, a médica descarta a hipótese de que o andador possa causar qualquer tipo de dano na coluna da criança. “A andador também não deforma os membros inferiores, uma vez que os períodos normais de utilização são insuficientes para tanto”, explica.

5. A versão mais atual do andador é indicada pelos pediatras?
Há controvérsias. O risco de acidentes, como quedas graves, continua o mesmo, principalmente se ele for usado sem um adulto por perto. “Os dois modelos – o antigo e o atual – predispõem ao trauma, principalmente de cabeça e pescoço”, explica a ortopedista infantil Laura Ferreira, de São Paulo. Porém o modelo novo leva vantagem, já que permite uma postura melhor em relação à versão mais antiga: “Ele permite que a criança fixe melhor todo o pé no chão, tornando-se menos inadequado”, conta a pediatra Carla Sampaio Garcia.

6. Como, então, os pais devem estimular o filho a andar?

A melhor maneira de estimulá-lo a andar é deixando-o solto, se aventurando e até tomando pequenos tombos. “Não devem ser puladas etapas”, diz a pediatra Carla Sampaio Garcia. “Os pais podem ajudar segurando a mão dos pequenos enquanto eles dão os passinhos”, aconselha.